Domingo, 3 de Fevereiro de 2008
Domingo, 13 de Janeiro de 2008
Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008
Encarregados do quê?
Quando marco reuniões com os Encarregados de Educação gosto de os receber individualmente, pelo que faço marcações com uma diferença de meia hora entre cada um. Sei que isto significa muito mais horas de ocupação na escola, mas considero que assim é muito mais proveitoso em termos de qualidade e quantidade de informação transmitida de parte a parte.
Esta tarde, desde as 13:30 que estou a receber Encarregados de Educação para entregar as fichas individuais de avaliação e delinear estratégias para ajudar cada um dos alunos a melhorar os seus resultados. O que é certo é que, até ao momento, apenas apareceram dois Encarregados de Educação, quando já devia ter recebido seis.
Cada impresso enviado tinha um espaço próprio para indicar se podia ou não estar presente na reunião e para colocar outra data e hora alternativas. Esse impresso devia ser-me devolvido. Ninguém o fez, pelo que posso concluir que apenas me ignoraram ...
Esta tarde, desde as 13:30 que estou a receber Encarregados de Educação para entregar as fichas individuais de avaliação e delinear estratégias para ajudar cada um dos alunos a melhorar os seus resultados. O que é certo é que, até ao momento, apenas apareceram dois Encarregados de Educação, quando já devia ter recebido seis.
Cada impresso enviado tinha um espaço próprio para indicar se podia ou não estar presente na reunião e para colocar outra data e hora alternativas. Esse impresso devia ser-me devolvido. Ninguém o fez, pelo que posso concluir que apenas me ignoraram ...
Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2008
As minhas lágrimas
Se me ponho a cismar em outras eras
Em que ri e cantei, em que era querida,
Parece-me que foi noutras esferas,
Parece-me que foi numa outra vida...
E a minha triste boca dolorida,
Que dantes tinha o rir das primaveras,
Esbate as linhas graves e severas
E cai num abandono de esquecida!
E fico, pensativa, olhando o vago...
Toma a brandura plácida dum lago
O meu rosto de monja de marfim...
E as lágrimas que choro, branca e calma,
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim!
Em que ri e cantei, em que era querida,
Parece-me que foi noutras esferas,
Parece-me que foi numa outra vida...
E a minha triste boca dolorida,
Que dantes tinha o rir das primaveras,
Esbate as linhas graves e severas
E cai num abandono de esquecida!
E fico, pensativa, olhando o vago...
Toma a brandura plácida dum lago
O meu rosto de monja de marfim...
E as lágrimas que choro, branca e calma,
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim!
Florbela Espanca
Terça-feira, 1 de Janeiro de 2008
1 de Janeiro de 2008
Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007
Nos meus sonhos ...
Consigo ser eu mesma;
Reside a minha realidade;
Conquisto a minha liberdade;
Vivo inteiramente como eu quero;
Entra quem eu amo;
Beijo e sou beijada sem pecado;
Vivo na minha ilha prometida;
O azul é a cor dominante;
O mar é calmo e constante.
Reside a minha realidade;
Conquisto a minha liberdade;
Vivo inteiramente como eu quero;
Entra quem eu amo;
Beijo e sou beijada sem pecado;
Vivo na minha ilha prometida;
O azul é a cor dominante;
O mar é calmo e constante.
Terça-feira, 30 de Outubro de 2007
O país dos papéis e das reuniões
Os papéis vão-se acumulando em cima da mesa de trabalho. Entre papéis e reuniões passa-se o tempo e, não tarda, o fim do mês. Às vezes até me esqueço que sou professora, pois só vejo cada turma uma vez por semana. Vou chegar ao fim do 1º período e ainda não saberei o nome de todos os meus alunos. É triste ...
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