Pronto! Lá se foi mais um fim-de-semana. Foi para descansar? Foi para me divertir? Foi para ir até ao cinema, ao teatro? Foi para ler mais um livro? Nada disso. Simplesmente para trabalhar.
Quando me dizem que os professores não trabalham ... entra-me uma raiva imensa que começo a sentir algures no estômago, sobe-me pelo corpo, à velocidade da luz, terminando apenas no cérebro. Nesta fase fico sem saber o que digo e ofendo qualquer um que queira falar sobre a vida dos professores. Eu não me meto nas profissões alheias, por isso ninguém tem o direito de falar sobre a minha.
O mais triste, ainda, é quando perdemos horas a pensar em estratégias para motivar os alunos e, depois, metade deles simplesmente não aproveita todo aquele trabalho que tivemos. É uma sensação de impotência enorme! Não a desejo nem ao meu pior inimigo.
Quando me dizem que os professores não trabalham ... entra-me uma raiva imensa que começo a sentir algures no estômago, sobe-me pelo corpo, à velocidade da luz, terminando apenas no cérebro. Nesta fase fico sem saber o que digo e ofendo qualquer um que queira falar sobre a vida dos professores. Eu não me meto nas profissões alheias, por isso ninguém tem o direito de falar sobre a minha.
O mais triste, ainda, é quando perdemos horas a pensar em estratégias para motivar os alunos e, depois, metade deles simplesmente não aproveita todo aquele trabalho que tivemos. É uma sensação de impotência enorme! Não a desejo nem ao meu pior inimigo.

1 comentário:
Ora como te compreendo... imensamente... Este fim-de-semana que aí vem vai ser igual ao que aqui descreveste: cheio de trabalho...
Fica bem
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